Há 20 anos, o Twitter foi lançado para o público geral.
A rede social foi inventada por Jack Dorsey, Evan Williams, Biz Stone e Noah Glass na Califórnia. Teve um boom a partir de 2007, quando registrou 400 mil tuítes por trimestre. Três anos depois, já tinha 50 milhões de publicações diárias.
A passagem do tempo, agora em cifras:
- US$ 3,7 bilhões era seu valor de mercado em 2010.
- Saltou para US$ 31 bilhões após abrir capital, em 2013.
- US$ 221 milhões era seu prejuízo líquido, e US$ 5 bilhões sua receita, em 2021.
De Twitter a X. Em 2022, Elon Musk entrou em cena. O trilionário comprou a rede por US$ 44 bilhões e fez grandes mudanças ao longo dos anos. Além do nome, cortou equipes, reduziu o número de anunciantes e introduziu o chatbot Grok.
Para melhorar o caixa, passou a oferecer assinaturas que dão um selo de verificação e menos anúncios aos usuários.
Ferramenta política. A plataforma mudou a maneira como os usuários se comunicam. Começou como um local para expressar ideias, mas evoluiu para servir como canal de informações, debates políticos e até divulgações governamentais.
Com Musk, consolidou-se como espaço partidário. A rede se voltou para grupos que valorizam a liberdade de expressão irrestrita e afastou aqueles que não concordam com essa visão, dizem especialistas. |
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