quinta-feira, 15 de outubro de 2026

G1 | Brasil deve voltar ao top 8 das maiores economias do mundo em 2027, prevê FMI

 


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Valor Econômico | Minas de cobre da Austrália prosperam enquanto setor de carvão enfrenta dificuldades

 


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Correio Braziliense | Bolsa de Serviços: nova infraestrutura para mercados organizados

 

O setor de logística é um dos elegíveis
(crédito: ABOL/Reprodução)

Resumo: Helder Rebouças, consultor legislativo e ex-diretor geral do Senado, propõe uma Bolsa de Serviços para negociar, em mercado organizado, contratos e derivativos de prestação futura de serviços padronizados, como logística, armazenagem, nuvem e dados. O setor movimentou R$ 7,6 trilhões em 2025 (70% do PIB), mas opera quase só por contratos bilaterais. A Bolsa daria previsibilidade de receita aos prestadores, proteção contra volatilidade aos contratantes e abriria espaço para crédito e securitização lastreados em receitas futuras. Seriam elegíveis apenas serviços com padrão técnico, certificação e entrega verificável; saúde e educação exigiriam requisitos extras. A implementação seria gradual, com CVM, Banco Central e B3, começando por projetos-piloto, e sem substituir os contratos personalizados.

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terça-feira, 13 de outubro de 2026

Focus de 13/10/2026: inflação sobe, mas mercado aposta em mais cortes de juros

O Boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com o que os analistas esperam para a economia, saiu hoje, terça-feira, e não na segunda, por causa do feriado. A principal mudança foi na inflação. A previsão do mercado para o IPCA de 2026 subiu de 5,01% para 5,22%. É a quarta alta seguida e o número está acima do teto da meta, de 4,5%. Isso significa que o custo de vida deve fechar o ano mais pesado do que se imaginava. Segundo a Empiricus, o dado de setembro surpreendeu negativamente, o que ajuda a explicar a revisão.

Mesmo com a inflação mais alta, os analistas esperam juros menores. A previsão para a Selic no fim do ano caiu de 13,50% para 13,25%. Hoje a taxa está em 13,75%, e os analistas preveem novos cortes até dezembro. Para 2027, a Selic segue projetada em 12%. Juros em queda tendem a baratear o crédito, mas a inflação acima da meta pode tornar o Banco Central mais cauteloso, e essa é a tensão do momento.

Sobre o crescimento, o quadro é estável e fraco. O PIB de 2026 ficou em 1,85% e o de 2027 em 1,40%, ambos sem mudança. Para 2028, a projeção subiu levemente, de 1,81% para 1,83%. Ou seja, ninguém espera uma aceleração da economia no curto prazo. Já o dólar ficou mais barato nas projeções: as estimativas para o câmbio recuaram em três dos quatro anos apresentados no relatório.

O que o dado revela é um mercado que vê preços subindo mais, mas ainda aposta que o Banco Central continuará reduzindo os juros, ainda que aos poucos. O risco é a inflação de curto prazo atrapalhar esse ritmo. Vale lembrar que o Focus mostra expectativas, não resultados. A inflação efetiva é calculada pelo IBGE.

ATENÇÃO! Isto não é recomendação de investimento. Para informações personalizadas, procure um assessor de investimentos. Obs.: o presente artigo foi elaborado, por meio de supervisão da IA, realizada pelo autor do Blog.