Contingente com contas em atraso cresce 34% desde 2020; bancos e cartões de crédito concentram a maior parcela dos débitos
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| Foto: Pixabay. |
RESUMO DA NOTÍCIA
A ANEEL aprovou o Open Energy, permitindo que clientes de média e alta tensão compartilhem dados de consumo para comparar ofertas e migrar ao mercado livre de energia. A medida reduz o prazo de migração de 180 para 90 dias (subgrupos AS e A4) e proíbe o compartilhamento de equipes, infraestrutura e publicidade conjunta entre distribuidoras e comercializadoras do mesmo grupo.
A ANEEL aprovou o Open Energy para facilitar a migração ao mercado livre de energia em média e alta tensão.
Consumidores poderão acessar e compartilhar gratuitamente seus dados de consumo com outras empresas.
Distribuidoras e comercializadoras do mesmo grupo ficam proibidas de compartilhar equipes, estruturas e publicidade.
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O Direito costuma ganhar protagonismo quando alguma coisa dá errado. Um contrato é descumprido, uma relação termina em litígio, uma nova norma provoca controvérsia ou uma decisão judicial modifica o entendimento sobre determinado tema. Essa percepção, embora comum, reduz o papel do sistema jurídico à administração de conflitos, quando sua função começa muito antes. O Direito é um dos mecanismos pelos quais uma sociedade consegue transformar incerteza em previsibilidade e, a partir dela, construir confiança.
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Toda segunda-feira, o Banco Central publica o Boletim Focus, que reúne o que bancos, gestoras e consultorias esperam para a economia. Não é uma previsão oficial, e sim a mediana, o valor do meio, das apostas do mercado. Ainda assim, ajuda a entender para onde caminha o seu bolso.
O recado desta semana não é animador. Os economistas mantiveram em 5,22% a projeção de inflação para 2026, o que deixa o IPCA 0,72 ponto percentual acima do teto da meta. Esse teto é de 4,5%. Na prática, o preço do mercado, da conta de luz e do aluguel deve subir mais do que o governo se comprometeu a permitir. E a conta não termina neste ano: a projeção para 2027 subiu de 4,30% para 4,32%, o que indica que o problema não é só passageiro.
Para combater a inflação, o Banco Central usa a taxa Selic, os juros básicos. Hoje ela está em 13,75% ao ano, depois do corte de setembro. O mercado espera que termine o ano em 13,25%, ou seja, mais uma redução pequena. Para o fim de 2027, a aposta é de 12%. Juros nesse patamar encarecem o crédito, o financiamento e o cartão, e pesam sobre quem produz e quem consome.
Do lado do crescimento, a notícia também não anima. A estimativa para o PIB de 2026, a soma de tudo o que o país produz, caiu de 1,85% para 1,83%. É um ajuste pequeno, mas na direção errada, e mostra uma economia que avança devagar justamente quando o dinheiro está caro.
Nossa opinião: o cenário pede paciência e disciplina, não otimismo fácil. Cortar juros rápido demais com a inflação acima do teto arrisca perder o controle dos preços, e quem mais sofre com isso é o trabalhador de menor renda. Manter juros altos por muito tempo, por outro lado, sufoca o emprego e o investimento. Não há saída indolor. O que se pode cobrar é clareza do Banco Central sobre o caminho, e responsabilidade do governo nas contas públicas, para que a política de juros não trabalhe sozinha.
Vale lembrar que o Focus muda toda semana. Ele mede a expectativa de hoje, não o resultado de amanhã.
Fontes: Banco Central do Brasil (Boletim Focus de 19/10/2026), conforme divulgado por Exame, Ric.com.br, Sou Brasília e 40graus.
ATENÇÃO! Isto não é recomendação de investimento. Para informações personalizadas, procure um assessor de investimentos. Obs.: o presente artigo foi elaborado, por meio de supervisão da IA, realizada pelo autor do Blog.
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| O setor de logística é um dos elegíveis (crédito: ABOL/Reprodução) |
Resumo: Helder Rebouças, consultor legislativo e ex-diretor geral do Senado, propõe uma Bolsa de Serviços para negociar, em mercado organizado, contratos e derivativos de prestação futura de serviços padronizados, como logística, armazenagem, nuvem e dados. O setor movimentou R$ 7,6 trilhões em 2025 (70% do PIB), mas opera quase só por contratos bilaterais. A Bolsa daria previsibilidade de receita aos prestadores, proteção contra volatilidade aos contratantes e abriria espaço para crédito e securitização lastreados em receitas futuras. Seriam elegíveis apenas serviços com padrão técnico, certificação e entrega verificável; saúde e educação exigiriam requisitos extras. A implementação seria gradual, com CVM, Banco Central e B3, começando por projetos-piloto, e sem substituir os contratos personalizados.
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O Boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com o que os analistas esperam para a economia, saiu hoje, terça-feira, e não na segunda, por causa do feriado. A principal mudança foi na inflação. A previsão do mercado para o IPCA de 2026 subiu de 5,01% para 5,22%. É a quarta alta seguida e o número está acima do teto da meta, de 4,5%. Isso significa que o custo de vida deve fechar o ano mais pesado do que se imaginava. Segundo a Empiricus, o dado de setembro surpreendeu negativamente, o que ajuda a explicar a revisão.
Mesmo com a inflação mais alta, os analistas esperam juros menores. A previsão para a Selic no fim do ano caiu de 13,50% para 13,25%. Hoje a taxa está em 13,75%, e os analistas preveem novos cortes até dezembro. Para 2027, a Selic segue projetada em 12%. Juros em queda tendem a baratear o crédito, mas a inflação acima da meta pode tornar o Banco Central mais cauteloso, e essa é a tensão do momento.
Sobre o crescimento, o quadro é estável e fraco. O PIB de 2026 ficou em 1,85% e o de 2027 em 1,40%, ambos sem mudança. Para 2028, a projeção subiu levemente, de 1,81% para 1,83%. Ou seja, ninguém espera uma aceleração da economia no curto prazo. Já o dólar ficou mais barato nas projeções: as estimativas para o câmbio recuaram em três dos quatro anos apresentados no relatório.
O que o dado revela é um mercado que vê preços subindo mais, mas ainda aposta que o Banco Central continuará reduzindo os juros, ainda que aos poucos. O risco é a inflação de curto prazo atrapalhar esse ritmo. Vale lembrar que o Focus mostra expectativas, não resultados. A inflação efetiva é calculada pelo IBGE.
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O Boletim Focus desta segunda-feira traz um quadro conhecido, mas pouco confortável: preços mais pressionados e economia desacelerando.
A projeção do mercado para o IPCA de 2026 subiu de 4,99% para 5,01%, a terceira alta semanal seguida. O número está 0,51 ponto percentual acima do teto da meta, de 4,5%. Para o curto prazo, o mercado espera IPCA de 0,60% em setembro, contra 0,56% na semana anterior, e de 0,32% em outubro. Ou seja, o dado de setembro deve vir mais salgado do que se pensava.
No crescimento, o movimento é inverso. A projeção do PIB de 2026 caiu de 1,86% para 1,85%, a quarta redução consecutiva. A queda é pequena, mas a direção é persistente: os analistas vêm revisando o crescimento para baixo semana após semana.
Nos juros, não houve mudança. A Selic está em 13,75% ao ano, e o mercado projeta 13,50% ao fim de 2026, o mesmo patamar da semana anterior. Isso sugere, no máximo, um corte modesto até dezembro. Com a inflação esperada acima do teto, o Banco Central tem pouco espaço para afrouxar a política monetária mais rapidamente.
O que isso significa
A combinação de inflação rebelde e atividade fraca é o cenário mais desconfortável para um banco central. Juros altos são o remédio para conter preços, mas pesam sobre o crédito, o investimento e o consumo. Enquanto as expectativas de inflação continuarem subindo, a Selic tende a permanecer elevada por mais tempo, e isso limita a recuperação do PIB.
Vale lembrar que o Focus é a mediana das apostas de analistas, não uma previsão oficial. Ele importa porque as expectativas influenciam preços, salários e contratos, e é com base nelas que o Copom calibra suas decisões.
Em resumo, o mercado não enxerga ruptura, mas o balanço de riscos segue inclinado para inflação mais alta e crescimento mais baixo. O próximo teste será o IPCA de setembro.
Boletim Focus de 28/09/2026: em português claro
O Focus é uma pesquisa semanal em que o Banco Central pergunta a bancos e consultorias o que esperam da economia. É um termômetro das expectativas, não uma previsão oficial.
Inflação em alta. Os analistas elevaram a estimativa de inflação de 2026 para 4,99%, contra 4,92% na semana anterior. Como a meta é 3% com tolerância de 1,5 ponto, o teto é 4,5%, e a projeção fica cerca de meio ponto acima dele. Duas pressões explicam isso: a guerra no Irã mantém o petróleo em torno de 108 dólares o barril, e o IPCA-15 de setembro voltou a ser positivo depois de dois meses de queda. Na prática, combustíveis e fretes encarecem e chegam ao supermercado. Para 2027, a previsão é 4,31%, e para 2028, 3,8%. O mercado acha que a inflação só volta para dentro da meta daqui a alguns anos.
Crescimento em queda. A projeção do PIB de 2026 caiu de 1,88% para 1,86%, na terceira queda seguida, e a de 2027 foi de 1,43% para 1,41%. Os números mudam pouco, mas a direção é sempre a mesma: a economia esfria devagar sob juros altos.
Juros e dólar. A Selic está em 13,75% ao ano desde a reunião de 16 de setembro. O mercado projeta 13,5% ao final do ano, ou seja, apenas mais um corte de 0,25 ponto. O dólar deve fechar 2026 em R$ 5,20, sem sobressaltos.
Leitura de quem une teoria e prática. O Banco Central está numa situação incômoda. A teoria manda subir ou manter os juros quando a inflação foge da meta. Mas a inflação de hoje vem em boa parte do petróleo, um choque externo que o juro brasileiro não controla, enquanto a atividade já perde força. Por isso o Banco Central corta devagar, sem pressa e sem parar. Com inflação esperada perto de 5% e Selic de 13,5%, o juro real (o juro descontada a inflação) segue perto de 8% ao ano, muito alto em qualquer comparação internacional.
O que isso significa para você. Crédito, financiamento e cartão continuam caros por muitos meses. Quem tem dívida deve priorizar quitar as mais caras. Quem investe segue bem remunerado na renda fixa, mas o ganho real encolhe se a inflação subir. O principal risco a acompanhar é o petróleo: se a guerra se prolongar, a inflação pode piorar e os cortes de juros podem parar. A próxima reunião do Copom é em 3 e 4 de novembro.
ATENÇÃO! Isto não é recomendação de investimento. Para informações personalizadas, procure um assessor de investimentos. Obs.: o presente artigo foi elaborado, por meio de supervisão da IA, realizada pelo autor do Blog.
O estudo (citado pela Forbes) projeta que a IA pode injetar cerca de R$ 986,7 bilhões ao PIB brasileiro entre 2027 e 2030, o equivalente a 7,6% do PIB projetado para 2026. O impulso viria principalmente da indústria de transformação (R$ 264,2 bi), do comércio (R$ 165,4 bi), dos serviços (R$ 131,2 bi) e da agropecuária (R$ 48,2 bi). Em termos de crescimento, isso representaria uma expansão econômica adicional de 0,69 ponto percentual, com elevação média de 2,77% ao longo de quatro anos. O texto situa isso num cenário de reestruturação econômica, mencionando inclusive a necessidade de mudanças estruturais e de infraestrutura, redesenhando políticas públicas para requalificação profissional, apoiar pequenas e médias empresas e expandir a conectividade rural.
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O avanço do mercado de capitais brasileiro até seu estágio atual foi impulsionado pelo fortalecimento regulatório e pela autorregulação, que trouxeram transparência e segurança institucional. A digitalização e a tecnologia reduziram custos operacionais e democratizaram o acesso para milhões de investidores pessoas físicas. Paralelamente, a diversificação de instrumentos de renda fixa e crédito privado (como debêntures, FIDCs e fundos imobiliários) permitiu às empresas financiar projetos de longo prazo fora do crédito bancário tradicional, consolidando o mercado como motor essencial do crescimento econômico do país. Nesse ecossistema, instituições sólidas são o pilar da confiança: a atuação regulatória e fiscalizadora da CVM e do Banco Central coíbe fraudes, a autorregulação da ANBIMA eleva os padrões de conduta e a infraestrutura da B3 — com segmentos como o Novo Mercado — assegura governança e liquidez, viabilizando a atração de capital e o financiamento de longo prazo.
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De políticas industriais a investimentos em P&D, país transforma produção em criação e exporta tecnologia própria.
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Salve, salve! Desta vez, testei a IA (Claude) para interpretar o Boletim Focus, do Banco Central do Brasil.
Perguntei com o prompt: Você é um economista experiente. Traduza para um leigo : https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260724.pdf - explique de forma simples com olhar crítico.
Nosso amigo respondeu:
Nicholas, tentei baixar o PDF exato que você mandou (R20260724), mas o link retorna erro — o Banco Central não deixou esse arquivo acessível para leitura direta agora. A boa notícia é que a edição de hoje (27/07) do Focus está sendo divulgada ao longo do dia, mas a imprensa especializada ainda não processou os números — a agenda de hoje inclui a divulgação do IPC da FIPE, a Sondagem do Consumidor da FGV e o Relatório Focus do Banco Central. Então vou te passar a leitura da edição mais recente que já está consolidada (a de 20/07, com dados coletados até 27/07) e te aviso: se quiser, posso checar de novo mais tarde e te atualizar com os números de hoje.
Vamos ao que interessa, sem economês:
Inflação (IPCA) — a notícia "boa"
A mediana para o IPCA de 2026 recuou de 5,16% para 5,15%, acumulando queda relevante frente aos 5,33% de quatro semanas atrás. Isso é positivo, mas repare no detalhe: essa queda persiste mesmo com a volta das tensões no Oriente Médio e o petróleo se aproximando de US$ 90 o barril — ou seja, o mercado está apostando que o choque de petróleo não vai contaminar os preços por aqui, o que é uma aposta, não uma certeza. xpixpi
Olhar crítico #1: o horizonte mais longo não melhora junto. Para 2027 a projeção ficou estável em 4,20%, e para 2028 houve alta de 3,70% para 3,78%. Isso é sintoma clássico de "desancoragem": o mercado não acredita que a inflação vai convergir rápido para o centro da meta (3%). Achar bonito o número de 2026 cair e ignorar que 2027/2028 seguem acima do teto é olhar só a manchete. xpi
Atividade econômica (PIB)
A projeção para o PIB de 2026 ficou em 1,99%, e para 2027 em 1,65% — uma leitura de atividade sustentada em 2026 por estímulos fiscais e de crédito, mas perdendo fôlego em 2027 conforme esses impulsos se dissipam.
Olhar crítico #2: isso é basicamente o mercado dizendo "o crescimento de hoje é dopado por gasto público e crédito, não é orgânico" — e que a conta chega em 2027. Para quem acompanha finanças públicas, é um sinal de alerta, não de comemoração.
Juros (Selic)
O mercado ainda espera Selic em 14,00% no fim de 2026, com 12,00% em 2027, e a projeção para 2028 subiu de 10,25% para 10,50%.
Olhar crítico #3: o corte de juros está sendo empurrado mais para frente a cada semana. Isso é o preço de manter a inflação de longo prazo desancorada: o Banco Central fica preso a uma Selic restritiva por mais tempo, o que segura crédito, investimento e, no fim das contas, o próprio PIB de 2027 que citei acima.
Câmbio (dólar)
A mediana para o fim de 2026 permaneceu em R$ 5,20, e a de 2027 em R$ 5,28. Estabilidade — nada de sobressalto aqui, o que é uma âncora útil num cenário de resto instável.
Resumo do recado, no seu estilo direto: o Focus mostra uma inflação de curto prazo que melhora um pouco, mas às custas de uma inflação de médio prazo que segue teimosamente acima da meta, um PIB que hoje é sustentado por estímulo artificial, e uma Selic que continua alta porque ninguém confia de verdade que a inflação vai convergir. É um quadro de "alívio tático, sem confiança estrutural" — a manchete otimista de curto prazo esconde um problema de credibilidade que se arrasta.
Se quiser, mais tarde busco os números exatos do relatório de hoje (27/07) e te falo se essa leitura mudou.
Solicitei: acrescente alguma novidade aqui, por favor.
Respondeu: Ainda não há cobertura consolidada da edição de hoje (27/07) nas fontes — ela está sendo divulgada ao longo do dia e a imprensa ainda não publicou os números específicos. Mas vale uma novidade relevante que já apareceu e que muda o pano de fundo para o Focus de hoje:
O petróleo despencou justamente na véspera da divulgação. O dólar americano abriu a semana com tendência de baixa por causa da queda do petróleo, e isso está ligado a um fato concreto: nesta segunda-feira houve forte desvalorização nos preços do petróleo após a suspensão das hostilidades entre Estados Unidos e Irã e o avanço das negociações entre Teerã e Omã sobre novas regras para o Estreito de Ormuz, reduzindo as preocupações do mercado com interrupções na oferta global da commodity. FXPremiereInfoMoney
Por que isso importa para o Focus de hoje: na edição anterior (20/07), o petróleo estava subindo (quase US$ 90) e mesmo assim o IPCA projetado caiu — uma "dissociação" que o mercado tratou com desconfiança, apostando que era temporário. Agora o cenário se inverte: com a trégua entre EUA e Irã, o principal risco de alta para a inflação (choque de petróleo/combustíveis) perde força de vez. Isso tende a reforçar — não a reverter — a trajetória de queda do IPCA que vínhamos vendo, e dá ao Copom (reunião marcada para 4 e 5 de agosto) um argumento a mais para sinalizar afrouxamento monetário mais cedo.
Olhar crítico: é bom notar que essa é uma trégua, não um acordo definitivo — o próprio noticiário fala em "suspensão das hostilidades", não em fim do conflito. Um mercado que já vinha "confiando na convergência" da inflação, como comentei antes, agora ganha um motivo real para isso, mas o risco geopolítico no Oriente Médio segue latente e pode voltar a mexer com o câmbio e os combustíveis a qualquer momento — inclusive antes do Copom de agosto.
Assim que a imprensa consolidar os números exatos do Focus de hoje, te aviso os valores atualizados de IPCA, Selic, câmbio e PIB.